Há cerca de um mês, a supersafra de milho, em Mato Grosso, passava a ser um assunto indigesto para o produtor que via dia após dia a pressão da oferta – com o início da colheita – sucumbir as cotações, ao ponto de chegar a algumas praças do norte e médio norte mato-grossenses, abaixo do custo de produção, cerca de R$ 13. No entanto, praticamente do dia para noite, a confirmação de que a seca vem prejudicando as lavouras de soja e milho dos Estados Unidos, maior produtor mundial das duas culturas, foi suficiente para modificar completamente o cenário. Com perspectiva de escassez, o produtor voltou a dar as cartas ao mercado.
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Fonte: Diário de Cuiabá
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