segunda-feira, 25 de abril de 2016

Agrishow 2016

terça-feira, 19 de abril de 2016

Confira o Tweet de @Globo_Rural: https://twitter.com/Globo_Rural/status/722538782860423168?s=09

terça-feira, 30 de junho de 2015

ADJUVANTES - AGROMIND


NÃO ENTOPE BICOS
NÃO DEIXA CRIAR BORRA
LIMPA TANQUE
MAIOR EFEITO SURFACTANTE
EFEITO ADESIVO
ANTI DERIVA
ANTI ESPUMA
REDUTOR DE PH
ESTABILIZADOR DE CALDA

EXCELENTE CUSTO BENEFÍCIODE 30 A 50 ML POR 100 L DE CALDA


PREÇO IMBATÍVEL

ENTRE EM CONTATO:

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Safrinha de milho vira surpresa positiva




A atual safrinha de milho, que se constituía em grande temor quando semeada, acabou se convertendo em uma surpresa positiva.

Como o plantio do milho safrinha neste ano ocorreu fora do período ideal em várias regiões, devido ao atraso na soja, havia um receio de quebra na produção do cereal.


Exportações recordes

Em Mato Grosso, por exemplo, pelo menos 40% do milho semeado não estava dentro do período mais apropriado para o plantio.

Mas, como o clima foi bastante favorável, o país terá uma supersafrinha de milho. Todas as consultorias que se voltam para esse produto estão revisando as estimativas que, agora, apontam para números superiores a 51 milhões de toneladas.

O clima favorável e a chuva no período ideal ao desenvolvimento da planta em várias regiões são os responsáveis pela elevação das projeções.

Surpreendeu também que, até agora, não houve geadas significativas no Paraná e em Mato Grosso do Sul, segundo Daniele Siqueira, da AgRural, de Curitiba.

André Pessôa, da Agroconsult, estima a safrinha em 52,5 milhões de toneladas. A consultoria fará uma nova avaliação nos próximos dias, e a indicação é de um número ainda maior.

Anderson Galvão, da Céleres, prevê produção de 51,8 milhões de toneladas na safrinha, devido à alta da produtividade.

Já Siqueira diz que os números da AgRural para a região centro-sul apontam para 48 milhões de toneladas. Somados aos da Conab para as demais regiões, a produção do país seria de 51 milhões, segundo ela.

Com o bom desenvolvimento da produção na safrinha, o Brasil deverá elevar a produção de milho para pelo menos 83 milhões de toneladas neste ano, na avaliação de Pessôa.

Boa parte desse milho será destinado ao mercado externo, cujas exportações deverão atingir o recorde de 27,1 milhões de toneladas, segundo estimativas da Agroconsult. No ano passado, foram 20,6 milhões de toneladas.

*Texto publicado na coluna Vaivém das Commodities.

Mauro Zafalon
Fonte: Folha de S. Paulo

Cana-de-açúcar pode aumentar 11% no valor bruto da produção em 2015




VBP (Valor Bruto da Produção) agropecuário de Mato Grosso do Sul está estimado em R$ 25,5 bilhões em 2015, em relação a lavoura e pecuária. Caso se confirme a previsão do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o aumento será de 3,58%, em comparação com ano passado, quando o valor ficou em R$ 24,6 bilhões.

Conforme os cálculos da assessoria de Gestão Estratégica do Mapa, para produção decana-de-açúcar espera-se aumento de 11% no valor bruto. O montante foi de R$ 2,947 bilhões em 2014 e pode chegar a R$ 3,279 bilhões em 2015.

Em relação a produção de bovinos, o segmento da pecuária deve ter aumento de 9,2%, passando de R$ 8,126 bilhões para R$ 8,874 bilhões. Para a soja, está previsto aumento de R$ 6,641 bilhões para R$ 7,112 bilhões, o que representa alta de 7%.

O total produzido pelas lavouras deve ter aumento breve de 1,3%. Em 2014, foram R$ 14,3 bilhões e neste ano devem ser R$ 14,5 bilhões. A produção pecuária, incluindo bovinos, suínos, frango, leite e ovos, deve passar de R$ 10,3 bilhões para R$ 11 bilhões, o que significa alta de 6,7%.


Queda

Já para a produção de milho, estima-se uma queda de 6%, e passa de R$ 3,804 bilhões para R$ 3,562 bilhões.

O feijão em grão também representa queda de 15% e passa de R$ 71 bilhões em 2014 para R$ 60 bilhões este ano.

Renata Volpe Haddad
Fonte: Campo Grande News

Gesso Agrícola - Melhores preços


Opinião: O direito de dizer o que pensamos

Tenho recebido dezenas de mensagens de assinantes de nossos textos de Motivação&Sucesso que se dizem preocupados com o que chamam de cerceamento da liberdade de manifestar sua opinião quando ela discorda do que se diz ser “politicamente correto” ou é diferente do que pensam as chamadas minorias.

Embora haja uma grande discussão sobre a autoria da famosa frase: “Embora não concorde com nenhuma das palavras que estais dizendo hei de lutar até a morte para que tenhais o direito de as dizer” ela revela bem o espírito do pensamento democrático e do direito que todas as pessoas têm de pensar diferente e manifestar seu pensamento. Assim, é preciso dar a todos o direito de expressar sua opinião sem que sejam vitimadas pelos que pensam diferente. Isso vale para todos os lados e todos os temas.

Pessoas sensatas estão preocupadas, por exemplo, pelo fato de não poderem manifestar livremente suas convicções religiosas sem serem ridicularizadas por aqueles que não acreditam ou não professam tal religião ou se dizem ateus. Da mesma forma, uma pessoa que se diga contrária à ideologia de gênero, que hoje está em debate no Brasil, é logo classificada de retrógrada, antidemocrática e contra ela se voltam com violência verbal os que são a favor. Assisti uma discussão em que defensores da instituição da família, constituída de pai, mãe e filhos foram agredidos verbalmente como pertencentes ao século 16. Isso não podemos tolerar, se queremos viver civilizadamente numa democracia constitucional. Numa sociedade civilizada todos devem ter o direito e a liberdade de manifestar sua fé sem medo e esse direito ser protegido pelo Estado.

É preciso que todos tenham os seus espaços e momentos para defender suas opiniões, sejam elas quais forem, mas que esse direito seja exercido com dignidade e de forma civilizada. Que os debates sejam racionais e não emocionalmente politizados como se pensar diferente fosse um crime contra a “modernidade” ou contra a humanidade. Não podemos querer impor o nosso ponto de vista pela violência, seja ela física, verbal ou moral. Temos que dar o direito às pessoas de pensar diferente de nós e de manifestar civilizadamente, repito, essas opiniões. Querer fazer valer a nossa opinião à força e ridicularizar e agredir quem pensa diferente é ignorância.

Assim, digo aos leitores que me escreveram: não se deixem intimidar por aquelas pessoas que querem ser donas da verdade e querem fazer valer para vocês e para todos nós a sua forma de pensar, ser e agir. Vocês e todos nós temos o direito de pensar e dizer o que pensamos, de professar uma religião, de acreditar em Deus, de defender os valores chamados “tradicionais” e de pensar de forma independente do que se diz ser politicamente correto ou como querem algumas minorias.

Pensem nisso. Sucesso!

*Prof. Luiz Marins é antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior. Informações adicionais: www.marins.com.br, www.twitter.com/professormarins, www.facebook.com/programaprofessormarins






Agrolink

Ministério da Agricultura pode ficar responsável por registro de máquinas agrícolas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) poderá ficar responsável pelo registro de tratores e máquinas agrícolas fabricados a partir de 1º de janeiro do ano que vem. O registro seria feito através das delegacias do Ministério ou por meio de convênio. A responsabilidade está prevista na Medida Provisória (MP) 673/2015, que dispensa de licenciamento e de emplacamento máquinas utilizadas no campo.

A responsabilidade destinada ao Ministério da Agricultura está prevista no relatório do o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), que tem como relator revisor o senado Blairo Maggi (PR-MT). O relatório foi aprovado na noite de quarta-feira (17) pela comissão mista destinada para analisar a Medida Provisória 673/15.

Consta ainda no projeto de lei de conversão a isenção do pagamento de seguro obrigatório de tratores. Segundo a Agência Senado, ficou decidido que a cobertura de danos causados por este tipo de maquinário dependerá da contratação de seguro facultativo junto ao mercado privado.

Das 82 emendas apresentadas ao relatório apenas 13 foram aceitas pelo deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).

A matéria pode ser alterada ainda pela Câmara Federal e pelo Senado quando destinada para votação em plenário.



Olhar Direto

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Usina Albertina tem falência decretada



A usina Albertina, em Sertãozinho, teve falência decretada pela Justiça. Em processo de recuperação judicial desde novembro de 2008, a empresa não conseguiu cumprir seu plano de pagamento. A decisão, de sexta-feira passada, levou em conta o laudo do administrador judicial.

A companhia tem dívidas estimadas em R$ 200 milhões. Quando entrou com o processo de recuperação, eram R$ 266,2 milhões e 400 credores.

Na safra 2009/2010, quando retomou suas atividades depois de ter seu primeiro plano de recuperação aprovado por credores, a unidade processou cerca de 1,4 milhão de toneladas de cana, desse total, 75% foram destinados à produção de açúcar e 25% ao álcool.

Mas, a companhia encerrou sua operação em fevereiro de 2012. Na época, 8 mil hectares da usina na região de Sertãozinho foram arrendados para a LDC-SEV, hoje Biosev. Mas, a Cosan, um dos credores da Albertina, questionou o acordo na Justiça, o que dificultou a aprovação de um segundo plano de pagamento.

Ainda na decisão do último dia 5, a juíza Daniela Regina de Souza determinou que a Biosev depositasse o valor referente ao contrato de arrendamento das áreas.




Fonte: A CIdade-RP

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Cresce área planta de trigo no sul do estado de São Paulo

Em Itapeva, o agricultor Nelson Schreiner adotou um método inovador de nutrição, que utiliza plantadeiras adaptadas e fertilizantes fluidos no sulco do plantio. Técnica já teve resultados de aumento de produtividade comprovados na soja

O agricultor gaúcho que há mais de 30 anos quebrou paradigmas e ajudou a difundir o plantio direto e o colocar entre as técnicas mais bem conceituadas no Brasil continua em busca de ferramentas e alternativas para produzir mais e com maior qualidade. Desta vez, o produtor de grãos Nelson Schreiner lançou mão de um manejo nutricional de plantio inédito e diferenciado para a cultura do trigo.

Realizado sob a orientação técnica de especialistas da Nutriceler, empresa distribuidora de fertilizantes para agricultura que atua no Brasil há quase dez anos, o plantio do trigo das propriedades do sr. Nelson, em Itapeva (SP), seguiu o conceito do Projeto Pioneiros, que apresentou resultados de produtividade acima da média e envolveu dezenas de produtores de soja paulistas e paranaenses. A técnica baseia-se na aplicação de fertilizantes fluidos no ato do plantio, por meio de plantadeira adaptada com tanques de fertilizantes.

O gerente técnico comercial da Nutriceler, o engenheiro agrônomo Carlos Lima, acompanhou o desenvolvimento do Projeto na soja e explica que a proposta foi repetir a técnica que consistia em realizar a aplicação dos fertilizantes Nucleus 0-0-21, Nucleus Ophos e Maxifós como adubação de base no momento do plantio. “Já é o segundo ano que fazemos este trabalho na soja e os resultados são fantásticos, tanto em relação ao aumento de produtividade quanto à economia que o agricultor consegue estabelecer. Foi com esses resultados que o Sr. Nelson viu uma boa chance de ter resultados superiores também em outras culturas, como no trigo. É uma comprovação da qualidade dos produtos e da credibilidade da técnica que estamos começando a difundir no Brasil”, diz o gerente.

Carlos explica que a forma como os elementos são combinados e aplicados é o grande diferencial do trabalho. “O fósforo é apresentado no Nucleus Ophos, em forma de ortofosfato, e vai beneficiar o arranque inicial da planta, tendo em vista que o nutriente está prontamente disponível. O potássio, outro elemento fundamental para as fases iniciais de desenvolvimento, são disponibilizados por meio do Nucleus 0-0-21, que traz em sua formulação uma significativa porcentagem de enxofre, que auxilia na formação das proteínas e aminoácidos. O Maxifós é a fonte de ácidos húmicos, fúlvicos, algas e aminoácidos, e entra no tratamento para favorecer a formação de matéria orgânica, melhorar a retenção de água e, também auxiliar na disponibilização do fósforo”, descreve o gerente da Nutriceler.

Carlos aponta como umas das principais vantagens do manejo Pioneiro, a otimização do custo operacional, com logística mais simplificada, armazenagem e aplicação. “O trigo é sem dúvidas umas das melhores opções para cultura de inverno. Não é uma cultura fácil de trabalhar, tendo em visto sua exigência nutricional e baixas temperaturas. Quem investir em qualidade de nutrição terá mais chances de bons rendimentos”, explica Carlos.

Líder de produção - O município de Itapeva é o que mais produz trigo no estado de São Paulo. De acordo com dados do engenheiro agrônomo da Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada do estado de São Paulo, Vandir Daniel da Silva, o aumento este ano foi de 50% em relação à área plantada no ano passado, passando de 10 mil para 15 mil hectares cultivados com o grão. Apesar de ser um bom produtor, o Brasil aparece também como um bom apreciador de trigo, consumindo cerca de 12 milhões de toneladas por ano. Metade do produto que circula no Brasil tem origem nas lavouras Argentinas, que lideram a produção mundial do cereal.



Agrolink

Setor sucroalcooleiro de Alagoas pede alta da Cide para fim de crise




O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu, nesta terça-feira (26), um grupo de representantes do setor sucroalcooleiro de Alagoas que apresentou uma série de sugestões para tirar essa parte da economia da crise. Uma das sugestões foi elevar o valor pago a título de Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), incidente sobre a gasolina, hoje no valor de 22 centavos de real.

Para os produtores, se a Cide cobrada hoje fosse de 60 centavos de real representaria uma arrecadação de cerca de R$ 12 bilhões. "O que queremos é competitividade. E isso estimularia o consumidor de carros flex a usar o etanol. Hoje, o setor está concentrado em produzir açúcar e não etanol. E o excesso de açúcar no mercado é um dos fatores que está provocando muita dificuldade para o nosso setor", disse José Ribeiro Toledo Filho, presidente da Cooperativa Regional dos Açúcares e Álcool de Alagoas.

Os empresários apresentaram números ao presidente Renan Calheiros para demonstrar a viabilidade da sugestão. De acordo com o grupo, em 2009, o país produzia 16 bilhões de litros de álcool e, em 2014, o volume já havia caído para 13 bilhões, o que teria sido provocado pela pequena diferença entre o preço da gasolina e do etanol. "A frota de carros flex nos permite projetar um potencial consumidor de 32 bilhões de litros de etanol", observou José Ribeiro.

"Vamos buscar um diálogo com o Governo, conversar com o Joaquim Levy [ministro da Fazenda], enfim, temos de encontrar solução porque não podemos deixar esse setor que hoje emprega mais de um milhão de pessoas no país passar por tanta dificuldade", disse Renan. Desde 2008, mais de 80 usinas de cana-de-açúcar no país fecharam por não conseguirem renegociar as dívidas.

Fonte: Agência Senado

Vendas de gasolina e diesel acentuam queda em abril em meio à fraqueza da economia




As vendas de gasolina e diesel no Brasil acentuaram sua trajetória de queda em abril, em meio à fraqueza da economia e de uma maior participação de biocombustíveis no consumo, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No caso da gasolina C, vendida nos postos (com mistura de etanol anidro), a queda em abril foi de 8,5 por cento ante o mesmo período do ano passado, apontou a ANP em seu site. Já o diesel registrou recuo na comercialização de 3 por cento, na mesma comparação.

Com isso, no acumulado do ano até abril, o consumo de gasolina C caiu 3,7 por cento ante o mesmo período de 2014 e o de diesel recuou 2,1 por cento.

O consumo de diesel e a gasolina mais fraco está afetando as vendas totais de combustíveis no Brasil, que cresceram apenas 0,7 por cento entre janeiro e abril.

Uma atividade econômica mais fraca no país e maiores vendas de etanol hidratado, além de uma mistura maior de biodiesel no diesel, explicaram a queda nas vendas de diesel e gasolina, segundo explicou a Petrobras em seu balanço do primeiro trimestre, publicado em meados de maio.

Na ocasião, o diretor de Abastecimento da Petrobras, Jorge Celestino, disse a jornalistas que a empresa está importando menos gasolina no segundo trimestre em relação ao primeiro, em função da redução da demanda interna e pelo aumento da competitividade do etanol hidratado.

Entre janeiro e abril, segundo a ANP, as vendas do etanol hidratado cresceram 32,6 por cento.

A desaceleração da demanda por combustíveis no Brasil contribuiu também para a decisão da Petrobras de reduzir o processamento de petróleo em suas refinarias, depois de ter registrado recordes de uso de capacidade em 2014.

Dados da ANP mostram que houve uma queda do refino de petróleo no país de 6,6 por cento nos primeiros quatro meses de 2015, ante o mesmo período de 2014.

Marta Nogueira
Fonte: Reuters

COTAÇÕES

BOLSA DE VALORES

Cana-de-Açúcar

Açúcar

AGROMIND - REPRESENTANTE FERTILIZANTES HERINGER